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quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Aquele homem


Ele era aquele que todos conheciam
Figura marcada nas baladas, parques, redutos e banheiros públicos.
Matava o desejo de outros homens e seduzia as mulheres
Era ousado, provocador, arredio...
Por vezes deixava seus amantes na lona
Um flerte, um toque, uma aventura...
Ativo, passivo, subversivo...
COMPULSIVO!
Insaciável em suas buscas
Não temia os perigos da vida mundana
Vivia de luxúria, tremenda sordidez
Ele matava seus sonhos
Sofria por amores platônicos
Namorava uns e outros talvez
E sempre que terminava
Dizia que não ia amar mais ninguém
Para disfarçar sua insatisfação procurava vários corpos, várias outras vidas
Se entregava, amava, gozava...
Mas ele precisava de carinho e atenção
E não apenas momentos de intensa emoção
E ele continuava a sofrer...
Mas um dia, uma noite talvez
Ele teve sua última aventura
Em sua mente passaram diversos acontecimentos,
Diversos atos, diversas culpas, diversos traumas, diversos sonhos despedaçados...
E ele decidiu parar
Sendo assim  não sentiu mais culpa, não teve mais traumas...
E ele voltou a sonhar, voltou a acreditar em si mesmo
E ele voltou a se amar.
E ele...
Amadureceu.

4 comentários:

Paulo Braccini disse...

ai ai ... adorei isto ... e q ilustração eim?

bjux

;-)

Serginho Tavares disse...

super me identifiquei!

beijos

«╬♥ LADy M«╬♥ disse...

nossa q mara arrepieiii
sem palavras ...

Le Voyeur disse...

ui
bee poeteira mode on!!!
so nao me identifiquei pq sempre fui santo puro e casto...

abraços
voy

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